Após registros de onças circulando durante o dia no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, especialistas orientam visitantes sobre como agir em caso de encontro com os animais.
Os visitantes que frequentam o parque para visitar as Cataratas do Iguaçu devem redobrar a atenção, mas os pesquisadores do Projeto Onças do Iguaçu reforçam que não há motivo para se alarmar.
Segundo o projeto, o comportamento das onças é, em geral, em geral, evitar o contato humano.
Na última segunda-feira (11), uma onça-parda acompanhada de filhotes foi vista caminhando por uma rodovia interna do parque.
Segundo Yara Barros, coordenadora do Projeto Onças do Iguaçu, a presença da espécie na unidade de conservação é comum e não representa uma situação fora do padrão.
De acordo com o projeto, as onças vivem naturalmente na região e costumam se afastar rapidamente ao perceber a presença de pessoas.
Mesmo assim, como os animais circulam por áreas abertas ao público, há monitoramento constante das trilhas e estradas. Se algum risco for identificado, a administração do parque é avisada para adotar medidas preventivas.
O que fazer ao encontrar uma onça
Os pesquisadores orientam que, em caso de encontro com uma onça, o visitante deve:
Caso encontre filhotes, não se aproximar, pois a mãe pode estar por perto e reagir para protegê-los.
Para reduzir riscos, especialmente de atropelamentos, o parque mantém controle rigoroso de velocidade nas vias internas.
A onça-pintada (Panthera onca) é o maior felino das Américas e está criticamente ameaçada de extinção na Mata Atlântica. De acordo com o Painel de Especialistas em Conservação da Natureza, restam menos de 300 indivíduos no Brasil.
No Parque Nacional do Iguaçu, vivem cerca de 25 onças, segundo o Projeto Onças do Iguaçu.
Segundo os pesquisadores, o nascimento de novos filhotes é considerado um indicativo importante de recuperação da espécie no local, onde a população já esteve próxima do colapso.
Leia mais notícias no g1 Paraná
Fonte Original: G1
