O Spotify divulgou, nesta quarta (11), o relatório Loud & Clear, no qual detalha alguns valores pagos pela plataforma aos artistas.
Segundo o relatório, em 2025, o 100.000º artista mais bem pago do mundo na plataforma “gerou” mais de US$ 7.300 (cerca de R$ 37.600) em royalties.
Ou seja, de acordo com os dados, “artistas em ascensão” arrecadaram cerca de R$ 3 mil por mês no Spotify. Mas eles não embolsam todo esse valor.
Dessa fatia, uma parte é repassada à gravadora ou distribuidora e outra à editora. Não dá para saber qual é o valor que chega para o artista. A cifra final depende do contrato individual de cada um.
O valor que o Spotify paga aos artistas não é fixo e varia até por país. Mas considerando a estimativa média de US$ 0,003 a US$ 0,005 por stream, estamos falando aqui de artistas com um catálogo que acumula de 1,2 milhão a 2,7 milhões de streams ao ano.
A conta é feita a partir de exemplos divulgados pela própria empresa.
Segundo a plataforma, as músicas no Spotify geram dois tipos de royalties: de gravação e publicação.
Em suma, uma parte vai para a gravadora/distribuidora e outra vai para a editora. Essas entidades também levam uma porcentagem e, em seguida, repassam o valor para os artistas e compositores, respectivamente.
Já o valor por stream não é fixo e depende do tamanho daquele artista no mercado nacional ou global.
“Por exemplo, se as músicas de um artista representam 1 em cada 1.000 streams no Spotify no México, seu detentor de direitos autorais ou distribuidor recebe US$ 1 a cada US$ 1.000 do fundo de royalties do México. O fundo de royalties total em cada mercado é baseado nas receitas de assinaturas e publicidade musical geradas naquele local”, diz a plataforma.
Veja, abaixo, o relatório completo divulgado pelo Spotify:
Fonte Original: G1
